segunda-feira, 29 de agosto de 2011

...ESPERANDO...


EU SOU UM PUNHADO DE CAQUINHOS ESPELHADOS PELO CHÃO, NA ESPERANÇA DE ACORDAR DESSE PESADELO... E SIGO ASSIM, ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... CHORANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ESPERANDO... ...

domingo, 28 de agosto de 2011

Prece em preto e branco


'Deus, me leve daqui!
Nada faz sentido agora.
E os nossos sonhos?E o nosso futuro?
E agora Deus?

Esqueci como se vive.
Esqueci de limpar meu quarto,
e meu violão que estava limpo, encheu de pó
Esqueci de me vestir, e nem notei

Não sei como se respira
Não sei mais falar
perdi a razão,o meu coração

Mas as memórias estao aqui
Pulsando, cantando pra mim
...E está tudo sem cor agora
está tudo sem cheiro, sem gosto.

Tudo está tão distante agora..
e nada faz sentido pra mim...
Meu Deus, traga de volta o meu amor
Ou me leve daqui!'

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sinfonia de uma mente desiludida


'Os ossos já partiram em desdém da carne.

As asas de morcego que insistiam em bater,

asas que se quebram tentando convergir no seu íntimo.

E gotas que não pingam, não mais orvalho de manhã.


Na minha pressa eu crescia sem saber pra onde.

Não mais

Agora tudo era real.

O medo, a inconciencia do tal modo de agir.

E debrussada sobre a mesa de vidro, onde os dedos dos pés subiam e deciam em harmonia sinfonica, como talvez não o fazia a anos.

E a beleza de poder escrever sem saber o nome do remetente, proóprio nome lhe fugira a mente.

Solidão, a amargura que não sai de minha boca.

Desilusão, danço eu, dança você.


E ela precisa de, exigir de, levar, pedir...

...só nada recebe, além de animo, vontade de

E ela deixa a desejar, desejar ardentemente, fortemente, sexualmente


Dói o peito, como dói a perda da atenção cobiçada.

E ao apetecer em desejo ardente,

desejo mortal

morte, amor carnal, vital

Nada se tem, além de desilusão.'

sábado, 16 de julho de 2011

Conhecer, para julgar.


Durante minha vida vegana venho observando o préconceito das pessoas mais distantes e principalmente das pessoas mais próximas, no sentido da não compreensão do que é o veganismo, julgando essa opção alimentar e filosófica como prejudicial a saúde. E isso me preocupa um pouco.
Entretanto, nunca estive tão feliz com o rumo que dei a minha vida, com a minha filosofia de vida, digamos assim, tanto corporal quanto espiritualmente.

Para esclarecer as duvidas, tentar abrir a mente de todos os amigos, familiares e afins e principalmente para acalmar e tranquilizar a todos quanto a saude de um vegano, vou postar hoje algumas matérias sobre o veganismo.

Espero que leiam, e que ajude a entender o que é veganismo, assim como os benefícios que essa filosofia de vida tem, e claro, acabar com esse pré-conceito e esse medo sem fundamento.

Matéria sobre o veganismo (leiam a matéria inteira)

http://saude.hsw.uol.com.br/naturalismo.htm

Matéria sobre o cálcio na dieta vegana

http://www.ivu.org/portuguese/trans/tva-diaryfree.html

A ADA (American Dietetic Association) apoia o vegetarianismo

http://www.avp.org.pt/node/45


Veganismo ajudam no rendimento de vários atletas

http://www.babby66.com/index.php/esporte-saudavel/nutricao/veganismo-conquista-aceitacao-de-atletas-de-alto-rendimento-como-a-tenista-martina-navratilova/

Tese de mestrado de um advogado vegano

h
ttp://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp000569.pdf




domingo, 29 de maio de 2011

A ultima utopia


‘Sonhos, momentos que se perdem

na fumaça

Me lembro dos medos e lamentos do mundo

A Terra se foi.

A esperança e a paz se foram com o vento

Lágrimas sofridas dos humanos

na desgraça.


O que faremos nós, Deus?

O que os ventos querem nos dizer?


Paz, paz!

Querem paz, mas lutam com armas de fogo

Fé! Amor!

Suor, para correr entre mais mortos.

Em meio a gritos de agonia e pavor!


O que faremos nós, Deus?

O que os ventos querem nos dizer?


Me lembro dos anjos vindo te buscar

Entre arranhoes e sangue frio

Lutando a favor do mundo

Que cai de joelhos e implora!


Paz!Paz!

Em meio a bombas e tiros

Fé!Amor!

Em meio a gritos de agonia e pavor!


Mamãe diz que os sonhos se vão

Mortes inocentes, crianças que choram

Lamentam em vão.


E os anjos de preto dizendo amém

Sétimo dia do mundo

A oração final, o medo do adeus

Óh Deus, vem salvar!


O que faremos nós, Deus?

O que os ventos querem nos dizer?


Paz!Paz!Òh Deus!

Fé!Amor!Adeus!’

domingo, 17 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Olhos de avestruz


A insignificância, o modo de esconder o cabelo dentro da blusa, oculto, que não se vê facilmente, que não está à vista.

O jogo das escondidas, brinquedo infantil em que as crianças, todas menos uma, se escondem para serem achadas por esta. Às escondidas, ocultamente, em segredo está o olhar de avestruz que já se sobressai. Mas nunca sai.

Depois de muito pesar os pesares, o corpo dói. Não é para menos. Me diga, quem aguenta tanta picada de abelhudo? A pele avermelha, cor rubra, e a dor é insuportável quando se deixam ferroadas. Esses abelhudos não se vão quando me furam. Se vão sim, mas em vão, lá para o céu dos desmamados.
Não há mais nuvem cobrindo o auto-herói das aparências. Não vou mais lhes emprestar minha auto-ajuda, por nada.

Eu, já não mais avestruz, vou sair dos eixos, proceder de maneira não condizente com o caráter e os hábitos próprios. Sair à luz, nascer. Sair da casca, abandonar a introspecção, romper o silêncio.

Em sussurros medonhos vos digo, adeus.

Ufa!Vou-me embora!
Em grito de alivio, com gotas de veneno, caem, escorrem sob o chão.
È no incerto que não há macacos pendurados nos ombros, pesados, tão pesados.
Esses macacos não são meus!

Procuro ruas, entre vielas e vejo muitos se esfarrapando pelo chão. Escolho a solidão!

Prefiro caminhos estreitos, a ter que me esconder entre ‘pessoas-macacos’ por aqui.

Por fim, acabou o jogo de tabuleiro, que consiste em dizer o contrário do que as palavras significam.

Pro lixo a zombaria, o sarcasmo!Que vomitem a ironia amarga, para o bem maior, o que é bem melhor.

E que nunca mais ouçam.

Entender, perceber os sons pelo sentido do ouvido, da audição, atender, escutar. Escutar os conselhos, as razões de... Receber o depoimento, inquirir o ruido de quem sobrecarregou os olhos. E se foi.